Terça, 10 de dezembro de 201910/12/2019
Erro ao processar!
Erro ao processar!
radio
CIDADES
Revendedores tentam segurar preço do gás de cozinha após reajuste
Petrobrás anunciou segundo aumento seguido em menos de um mês
Sonora News Sonora - MS
Postada em 25/11/2019 ás 14h58

Após o anúncio do aumento de 4% no valor do gás de cozinha, que entra em vigor a partir desta segunda-feira (25) em todo o país, consumidores em Campo Grande devem demorar para sentir os impactos diretos da alteração. Na capital do Mato Grosso do Sul, revendedores ainda se esforçam para não repassar o aumento para os consumidores que, enquanto duram os estoques comprados pelo valor antigos, ainda terão a oportunidade de comprar o produto sem diferenças de preços.   


Na tentativa de manter a clientela, o consenso entre os fornecedores de Campo Grande é, apesar do valor mais caro na hora de comprar, tentar manter o preço na revenda e reduzir a margem de lucro. As empresas informaram ainda estudar as possibilidades após a alteração. O Correio do Estado falou com empresas do ramo na Capital, encontrando a variação de R$65,00 até R$79,00 no botijão de 13 quilos comercializado em diferentes bairros da cidade. Segundo os comerciantes consultados, o valor deve ser mantido pelo menos a curto prazo. 


A alta no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) é direcionado para o comercializado em botijões de 13 quilos, de uso doméstico. Já o gás de consumo industrial ou vendido a granel sofre reajuste de 0,6%. Este é o segundo aumento seguido em menos de um mês. Em outubro, o preço do GLP doméstico já havia sofrido ajuste, quando a estatal anunciou a alta de 5%. Ainda de acordo com fornecedores ouvidos pela reportagem, após o primeiro aumento também evitou-se cobrar a mais do consumidor final.   


Com o último reajuste, o preço do gás de cozinha se iguala ao cobrado em grandes botijões para uso industrial. O aumento, aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto, elimina de vez a diferença entre os dois produtos, vigente desde o primeiro governo Lula, a qual tinha como objetivo auxiliar famílias de baixa renda. A política de preços diferentes foi extinguida por decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). 


Até então, de acordo com resolução de 2005, a Petrobrás vendia o gás de 13 quilos por menor preço, compensando a diferença no que era cobrado pelos botijões maiores. A justificativa do CNPE para as alterações é de que a resolução gerava distorções no mercado do produto, não garantindo descontos para o consumidor final, principalmente para as famílias de baixa renda.  

FONTE: Correio Do Estado
O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

500 caracteres restantes

  • COMENTAR
    • Prove que você não é um robô:

Publicidade

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA MS
Facebook

Publicidade

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA MS

Publicidade

Radio Cidade Sonora
Mais lidas do mês

Publicidade

Navegar
Enquete
EM QUEM VOCÊ VOTARIA PARA PREFEITO DE PEDRO GOMES - MS?

ROBERTO FONTOURA
200 votos - 28.4%

WILLIAN FONTOURA
188 votos - 26.7%

SANNER PAULO
127 votos - 18.1%

VANDERLEY MOTTA
104 votos - 14.8%

ZE DO MANO
37 votos - 5.3%

DRº JEAN
29 votos - 4.1%

DR° SILVIO CARLOS
18 votos - 2.6%

© Copyright 2019 :: Todos os direitos reservados

Rua Do Cedro Nº 396 Telefone: (067) 3254-2438 Sonora - MS

Site desenvolvido pela Lenium