Quinta, 20 de setembro de 201820/9/2018
Nublado
22º
29º
29º
Sonora - MS
Erro ao processar!
radio
GERAL
Reinaldo Azambuja promete continuidade da Caravana da Saúde e diz que não recebeu propina em troca de incentivos fiscais em entrevista ao MS1
Candidato ao governo do estado foi entrevistado pela TV Morena nesta quinta-feira (13).
Sonora News Sonora - MS
Postada em 13/09/2018 ás 15h05 - atualizada em 13/09/2018 ás 15h17

O candidato a reeleição ao governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou durante entrevista ao MS1 desta quinta-feira (13) que, se eleito, vai dar continuidade a Caravana da Saúde, programa que iniciou em seu primeiro mandato e levou por meio de unidades móveis atendimento médico a vários municípios do estado. Azambuja também negou que tivesse recebido propina do grupo JBS em troca da concessão de incentivos fiscais, denúncia feita em deleção de executivos da empresa e que está sendo apurada na operação Vostok, deflagrada nesta quarta-feira (12), pela Polícia Federal. Ele está sendo investigado na ação e teve, inclusive, documentos apreendidos em sua casa e na governadoria. 


O candidato participou da quarta entrevista feita pela TV Morena, com os candidatos ao governo estadual.


As entrevistas seguem até sexta-feira (14) e, abaixo, há o cronograma. Sobre a saúde, o candidato disse que pretende, se for reeleito, manter o programa Caravana da Saúde:





“A Caravana é um programa para suprir uma necessidade. O que vale é a regionalização. É Coxim com hospital. É Ponta Porã. É Três Lagoas, é Dourados, é o Hospital do Trauma, Hospital do Câncer, é Nova Andradina, é Naviraí. Um programa de regionalização que está sendo implementado. Caravana é para tirar da fila pessoas que ficaram anos esperando. Quando comecei o governo tinha 72 mil pessoas para fazer uma cirurgia. Agora você vai deixar 72 mil pessoas esperando. Pergunta para quem foi na Caravana da Saúde se não está contente. [...] Eu vou continuar, se for eleito, com a Caravana da Saúde." 



Azambuja assegurou ainda que pretende, se eleito para um segundo mandato, manter a redução de cinco pontos percentuais da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o preço do diesel, aplicada em junho deste ano, após o governo ter firmado acordo com os caminhoneiros do estado para que eles encerrassem a paralisação que havia sido iniciada em maio.




“A promessa [de reduzir a alíquota do diesel foi cumprida no primeiro ano. Nós combinamos com o setor, o Sinpetro [Sindicato dos postos], que eles iriam baixar a alíquota e iriam transferir no preço para o consumidor final. Mas o que aconteceu, incorporou lucro para o dono do posto. [...] Aí veio a greve e nós discutimos de novo e chamamos o Ministério Público e o Procon e dissemos: 'Vamos fazer de novo, só que agora é o seguinte [...] se vocês não transferirem o desconto dos cinco pontos de desconto do ICMS, e essa lei não tem prazo mais, o Procon e o MP vão autuar vocês'. [...]Isso não muda mais. É competitividade para o estado. [...]Quanto mais a alíquota diminuir, mais competitiva é a nossa economia”.




FONTE: Midiamax
tags:
• Geral
O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

500 caracteres restantes

  • COMENTAR
    • Prove que você não é um robô:

© Copyright 2018 :: Todos os direitos reservados

Rua Do Cedro Nº 396 Telefone: (067) 3254-2438 Sonora - MS

Site desenvolvido pela Lenium