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Padrasto é preso por praticar sexo anal e vaginal com enteadas de 8 e 9 anos em Coxim
Somente este ano, Conselho Tutelar já registrou 18 casos de estupros contra crianças e adolescentes em Coxim
Sonora News Sonora - MS
Postada em 05/09/2018 ás 16h18
Padrasto é preso por praticar sexo anal e vaginal com enteadas de 8 e 9 anos em Coxim

Foto: Divulgação

Os corpos franzinos, as cabeças baixas e os olhares tristes, como se estivessem envergonhadas por um crime que não cometeram. Essas são as principais descrições de duas meninas, crianças de 8 e 9 anos, que ainda brincam de bonecas, mas, que tiveram a infância interrompida pelo padrasto, preso pelo estupro das duas enteadas. 


Essa foi a cena encontrada pela reportagem do Edição MS, acionada por uma família que mora numa casa simples no bairro Senhor Divino, em Coxim, nesta quarta-feira (5). Cinei Diego Jesus Nunes, de 28 anos, é o jovem que jurou amor a mãe das crianças, J.A.O., de 27 anos. Muito mais do que isso, prometeu ajudar cuidar dos quatro filhos que ela já tinha, quando decidiram viver juntos, há cerca de cinco anos.


No entanto, ele fez o contrário. Abusou da confiança que tinha e estuprou as duas enteadas. Além dos quatro filhos, Joana (nome fictício) teve outros dois filhos com Nunes, totalizando seis crianças na casa. No sábado (1ª), logo depois de alimentar a família no almoço, a mãe precisou levar o mais novo, um bebê de 3 meses, ao Hospital Regional Álvaro Fontoura.


Foi a oportunidade que o marido teve para estuprar a menina de 9 anos. Ele pediu que a enteada de 8 anos fosse até a casa de uma tia pegar um dinheiro emprestado, tirou as outras crianças do quarto, arrumou a cama, tirou a roupa e pediu para a vítima se deitar, já nua. Como a cama era baixa, o padrasto colocou um travesseiro para que pequeno corpo da menina ficasse mais alto.


“Ele ajeitou ela de bruço e deu início a penetração, tanto na vagina quanto no anus da minha menina, que tem apenas 9 anos”, relatou Joana. Ela conta que estranhou o fato da filha ter mandado uma mensagem a ela do celular do padrasto, pois ele não permitia nem que a mulher encostasse no aparelho. A criança mandou apenas ‘oi mãe’.


Quando Joana chegou do hospital esqueceu de questionar a filha sobre a mensagem, mas, com uma ligação que recebeu de uma tia, um pouco mais tarde, se lembrou e foi conversar com a menina, foi quando contou que o pai (apesar de ser padrasto ele era chamado de pai) tinha mexido com ela. Segundo a mãe, a filha contou todos os detalhes, causando indignação na família.


Apesar da situação de vulnerabilidade em que a família vive, Joana não pensou duas vezes e denunciou o marido no mesmo dia. A hora que a polícia foi acionada ele não estava mais em casa, foi só a mulher chegar do hospital que ele foi pescar, avisando que dormiria no rio. No entanto, ele dormiu na cadeia, graças a coragem da mãe em denunciar e a ação rápida da polícia.

FONTE: Edição MS
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